sexta-feira, maio 19, 2006

O Pacifsmo

Celso Amorim, entrevistado pela Carta Capital:

Carta Capital: Houve um referendo pela nacionalização e, posteriormente, uma lei confirmando. Quando um país projeta uma política com esse grau de soberania, o que uma outra nação, com interesses lá, deve fazer para se proteger, mesmo que haja simpatias políticas envolvidas?

Celso Amorim: Nós tomamos a providência de sempre manter e aprofundar o diálogo. Eu mesmo estive na Bolívia antes das eleições e conversei com os dois principais candidatos. Com Morales e com o Quiroga, candidato da oposição. Isso é o que podemos fazer. Se vivêssemos no tempo da rainha Vitória, podíamos tirar a Bolívia do mapa. Mas o presidente Lula não faria isso. Eu não faria isso. Hoje em dia nem que se queira isso pode ser feito.


heheheh destaque para frase em vermelho

Eu sou a favor da diplomacia.
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